quinta-feira, 14 de novembro de 2013


                  A minha amizade de cinco anos foi a melhor de todas, pena ter mudado. A menina começou a dar uma de rockeirinha (não tenho preconceito, mas ela não era assim), como eu tenho um estilo mais romântico ou coisa assim, ela começou a me insultar por isso (no finalzinho de 2011).
                  Em 2012, surgiu outra garota na nossa vida, estilo romântico também e, quem disse que era insultada??  Os meses foram passando e como já disse: meu lugar não estava encontrando.  Do nada, fui insultada pelas duas, tipo, não na minha cara, uma para a outra. Pelas minhas costas. Não sei o que é pior, as duas contarem para mim o que uma fala pra outra ou simplesmente falarem mal pelas costas.
                  Que eu lembre era para ser para sempre. Dizíamos: “Amigas para sempre!” Mas já vi, não vai rolar. Hoje em dia “pra sempre” é só uma expressão inválida, um “até que a morte no separe” não existe mais. A vida não tinha que ser assim. Por quê? O que houve? Por que mudou? Não sei, não faço ideia, mas não gosto disso. Isso não é só comigo, tenho amigas cortando o pulso por um “pra sempre” que nunca existiu. O mundo está cruel, temos que ficar alertas. Porque não está fácil para ninguém!
                  É chato saber que não podemos confiar em todo mundo! Mas é bom ter pessoas que confiamos muito. Perdi amizades por causa de falsidades, me sinto iludida. Hoje tento conversar com quem eu perdi, mas não é legal, me sinto errada. É uma sensação horrível, não sei explicar.
Para terminar esse texto aí vai um pequeno parágrafo que achei descrever bastante o que eu sinto.
                  “Eu tentei, te juro que tentei te entender mais não deu. Cara eu to sofrendo com isso, eu tinha certeza que era verdadeira que eu fiz acreditar que era “pra sempre” que era “família” quantas promessas quantas vezes eu te vi chorar e eu tava ali do teu lado pra te falar que ia dar tudo certo quantas vezes você me viu mal e tu tava ali do meu lado pra me apoiar lembra quando você disse que nunca ia me deixar partir?”.


                                                                                                                     14/11/2013

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